Através de um sistema de eletroencefalograma, o motorista controla o automóvel diretamente pelos impulsos gerados por sua intenção cerebral. O veículo responde apenas a comandos simples, como fazer curvas e acelerar, confirmando que outras tecnologias ainda precisam ser desenvolvidas para que seja possível a sua comercialização. O importante é a prova do que a tecnologia já pode alcançar. Uma equipe da Universidade de Berlim já está planejando com as autoridades públicas levar o carro para teste no tráfego real da cidade, e o valor do seguro para a experiência está em torno de 25 milhões de euros. Tudo tem seu preço!
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